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21 abril 2017
Karnal | O medo à liberdade e a alma humana
Sem mais palavras, vamos ao vídeo do Karnal, que gosto muito e espero você também curta.
Confira o que o Wikipedia diz dele:
Leandro Karnal (São Leopoldo, 1º de fevereiro de 1963) é um historiador brasileiro, atualmente professor da Universidade Estadual de Campinas na área de História da América.
Foi também curador de diversas exposições, como A Escrita da Memória, em São Paulo, tendo colaborado ainda na elaboração curatorial de museus, como o Museu da Língua Portuguesa em São Paulo.
Graduado em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos e doutor pela Universidade de São Paulo, Karnal tem publicações sobre o ensino de História, bem como sobre História da América e História das Religiões.
Confira e me deixe sua opinião, vou amar.
02 janeiro 2017
BUSCA - PRISCILA BARRETO
Existe um grande vazio...isso é fato.
Com o que preencher...isso é simples
Como fazer isso...isso é fé.
Priscila Machado
O que dizer desta canção.
O que de Priscila Machado, como amo esta voz.
O olhar para o ALTO é a única solução, precisamos nos mobilizar e prestar atenção em como a humanidade está intolerante, como a humanidade está selvagem, irracional...
...com certeza é distância do Pai e proximidade do pecado em nós.
"Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Buscai o Senhor enquanto se pode achar" Isaías 55:6-13
Com carinho
Neide Teixeira
20 novembro 2016
Priscila Barreto - Sensibilidade a toda prova
Simplesmente amo e compartilho com você.
Com carinho,
Neide Teixeira
29 outubro 2016
CROMBIE - TÃO NATURAL
Esta banda CROMBIE canta e me encanta, sempre.
Conheço há alguns anos e os amo mas esta canção só ouvi hoje...e amei.
Espero que goste!!!!!
Com carinho,
Neide Teixeira
06 março 2016
MARÇO MÊS DA MULHER
Uma linda mulher - Alexandra Loras
Em defesa da igualdade entre todos os homens.
Participação da consulesa da França em São Paulo, Alexandra Baldeh Loras,
sobre os mecanismos de construção do preconceito.
[Por ocasião da XII Semana Martin Luther King]
Em defesa da igualdade entre todos os homens.
Participação da consulesa da França em São Paulo, Alexandra Baldeh Loras,
sobre os mecanismos de construção do preconceito.
[Por ocasião da XII Semana Martin Luther King]
Estou apaixonada por ela e acredito que você vai amar ouvi-la.
Me diz o que achou, ok?
Visite a página dela:
http://alexandraloras.com/
Visite a página dela:
http://alexandraloras.com/
Com carinho
Neide Teixeira
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25 dezembro 2013
George Frederic Handel
25/12/2013
O MESSIAS - George Friederich Händel
O Messias (Messiah) (HWV 56, 1741) é um oratório/oratória de George Friedrich Händel com 51 movimentos divididos em 3 partes, durando entre cerca 2h 15min e 2h 30min. Deve notar-se, desde já, que o tempo varia em função das diferentes interpretações (como qualquer outra composição musical que se mede por compassos e não por minutos).
Embora o 42ª movimento (o célebre "Aleluia") seja reconhecível por qualquer pessoa (mesmo não sabendo a que obra pertence ou que compositor a escreveu), a obra "O "essias" não é tão conhecida na sua totalidade como merecia. A maior parte das vezes, os programas de concertos apenas escolhem alguns movimentos (recitativos, árias e corais), perdendo assim o sentido integral e unitário da obra. Se a "fama" e o grau de popularidade fossem critérios válidos de apreciação estética, considerar-se-ia a mais famosa criação de Händel.
Por razões de economia de tempo e em virtude das práticas artísticas da segunda metade do séc. XIX e primeira do séc. XX, algumas edições e interpretações de "O Messias" apresentam-se divididas apenas em 2 partes e com inúmeras variantes. A oratória foi concebida como um tríptico, sublinhando simbolicamente a importância do nº 3 na cultura teológica. Da mesma forma, o número de músicos pensado pelo compositor para a sua interpretação era muito menor do que habitualmente se assiste nos grandes concertos (rondariam os 60 músicos, incluindo coro, orquestra e solistas). Felizmente, existem já várias interpretações / gravações que se regem pelo rigor e respeito historicista, baseando-se em estudos multidisciplinares de forma a reproduzirem o mais fielmente possível as práticas musicais da época.
Em "o Messias" assistimos a diversos relatos em torno Jesus Cristo desde a sua anunciação profética, o seu nascimento, vida, morte e ascensão. vide: céu.
Assim: 1ª Parte - Apresenta a profecia e o nascimento de Jesus; 2ª Parte - Relata episódios da Paixão, culminando no coral "Aleluia"; 3ª Parte - Descreve o tema da Redenção.
História
Em 1741, Händel recebeu um convite de Lord Lieutenant da Irlanda para ajudar a angariar dinheiro para três instituições de caridade de Dublin através de apresentações musicais. Embora doente nessa época, Händel estava determinado a compor um novo oratório sacro para a ocasião, pedindo a Charles Jennens (libretista de Saul e Israel in Egypt) um tema apropriado. Jennens respondeu com uma criteriosa recolha de versículos e escrituras do Velho e Novo Testamentos arranjados num "argumento" em três partes (como ele o descreveu). O resultado foi o mais conhecido e amado oratório de Händel. A obra estreou-se em Dublin, no período da Páscoa de 1742.
À epoca, o texto suscitou controvérsia com jornais ponderando sobre sua natureza "blasfema". A obra acabada, contudo, teve outra receptividade, sendo elogiada em Berlim e depois em Londres. Händel fez várias revisões subsequentes, incluindo uma versão criada em 1754 para o "Thomas Coram's Foudling Hospital" (fundação para a educação de crianças abandonadas à qual Händel passa a dedicar mais tempo a partir de 1749). Atualmente ainda é um obra muito apreciada e requisitada para os eventos natalícios, embora frequentemente apenas a 1ª Parte e o "Aleluia" (com que encerra a 2ª Parte) sejam interpretados, não respeitando a integridade da oratória.
A tradição historiográfica romântica registou, deturpadamente, que quando na primeira apresentação do "Messiah" em Londres - onde o rei de Inglaterra, George II, estava presente - o coro começou a entoar as primeiras notas do "Aleluia", o rei, embevecido e impressionado com a portentosidade e a beleza daquela música, automaticamente levantou-se de sua poltrona. Quando os presentes viram que o rei estava em pé, toda a audiência ergueu-se (ninguém permanece sentado na presença do rei em pé protocolo real). Explicar-se-ia, deste modo, o costume da platéia permanecer em pé durante a execução do "Aleluia" do "Messias" de Händel.
No entanto, não há provas desse episódio. Segundo a Wikipedia em inglês (http://en.wikipedia.org/wiki/Messiah_%28Handel%29
"The custom of standing for the "Hallelujah" chorus originates from a belief that, at the London premiere, King George II did so, but there is no convincing evidence that the king was present, or that he attended any subsequent performance of Messiah; the first reference to the practice of standing appears in a letter dated 1756").
Ouça:
Extraídos texto e imagem - http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:George_Frideric_Handel_by_Balthasar_Denner.jpg
Esperamos que tenha gostado.
Com carinho,
Neide e Paty
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